E aí? Entrego as chaves ou tranco a porta (de novo)?

Sem título

Assim como tantas outras pessoas, ela foi ferida. Tadinha!

Assim como muitas outras pessoas, ela se trancou para o resto do mundo. Toda covarde.

Quando deixava que alguém se aproximasse, não dava espaço para mais do que algumas casualidades. “Nada de compromisso sério. Não quero.” Capa protetora, sentimentos afogados. Medos (muitos).

Às vezes, ela até achava aquilo errado. Fugir? Não deve ser mesmo certo.

As notificações no celular eram inúmeras, tantos queriam uma chance, sabe? Uma chance de acordar no domingo dela. E ela não tava nem aí. Meia duzia de palavras por educação e só. Deixava pra lá. “Era só mais um cara”.

Muita gente não entendia porque ela insistia em ficar sozinha. “Não acredito em contos de fadas”, ela dizia. “Esse negócio de pessoa certa é balela. Tá todo mundo querendo se divertir, ninguém quer ficar de verdade, então, nem eu.”

Virar as costas era tão mais fácil que ela pegou prática.

É claro que ela perdeu muitos caras extraordinários, permitiu que eles partissem, e, “pior”, nem se arrependeu. Se virava bem. Ela estava exatamente onde queria estar.

Todas as amigas desesperadas para namorar, e ela? Ela, ainda, sem nenhuma ruga de preocupação.

Mas a gente sabe que surpresas acontecem, brotam, nascem, o caem do céu, ainda não sei bem.

Então, uma noite dessas, antes que ela pudesse terminar um sorriso, ele apareceu. A princípio, ela pensou, “nada demais”, aos poucos, porém, a aproximação foi ficando intensa, e ela? Nada entendia.

Naquele momento, só sentia. Hora ou outra, aparece alguém assim. Alguém que faz com que a gente olhe para dentro e pergunte-se: por que não?

o frio na barriga que invade, o medo que confunde, e as sensações, únicas, que já estavam adormecidas, de repente (amo essa combinação), despertam. Um misto. Quente. Com aroma, mãos e coração.

“E aí? Entrego as chaves ou tranco a porta (de novo)?”

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O perigo da arrogância

Recebi este texto hoje pela manhã, e achei tão interessante que quis trazer aqui pro blog, até porque “Só é útil o conhecimento que nos transforma” Smiley piscando e com certeza cada um que o ler conseguirá tirar algo pra usar no seu dia-a-dia!

O Perigo da Arrogância

Por Daniel Godri Junior

Gostaria de começar este artigo com uma história oportuna que li na internet e reescrevo abaixo:
“Arrogância americana.
O diálogo abaixo é tido como verídico e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram educadamente:
— Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam prontamente:
— Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.
O capitão americano irritou-se:
— Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.
Mas o canadense insistiu:
— Não. Mude o SEU curso atual.
A situação foi se agravando. O capitão americano foi se exasperando e berrou ao microfone:
— Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana no Atlântico. Estamos acompanhados de três destróieres, três fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para norte. Repetindo quinze graus norte, ou então tomaremos contramedidas para garantir a segurança do nosso navio.
E o canadense respondeu:
— Isto aqui é um farol. Câmbio!”

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“Muitas empresas quebram pois a sua arrogância não permite que elas enxerguem a necessidade da mudança e de se mudar o curso. Às vezes a arrogância é tanta que pensam que quem tem que mudar é o cliente. Ou seja, se não gosta do nosso produto: passar bem. Algumas empresas são tão arrogantes que diante de uma mudança drástica no cenário, no hábito do consumidor, preferem ficar estáticas e sem sequer repensar seus produtos e serviços.
O velho jargão que não se mexe em time que está vencendo não é verdadeiro. Muitas empresas que mantinham a primeira posição nos mais diferentes segmentos do mercado, hoje não passam de mais um belo case de marketing. De quem é a culpa? Com certeza há vários fatores mas principalmente da arrogância. Ela faz com que desprezemos o adversário, suas estratégias e que entremos numa zona perigosa de conforto. E quando nos damos conta o concorrente já nos engoliu, a empresa perdeu mercado e como dizem por aí: a vaca foi pro brejo.
A arrogância conquista vítimas tanto físicas como jurídicas. Ela pode destruir casamentos, profissões, relacionamentos e o próprio desenvolvimento profissional. A arrogância cega. Faz-nos parecer prontos, acabados, invencíveis e intocáveis.
A arrogância nos faz pensar de duas maneiras: ou nos achamos deuses ou temos certeza que somos!
A arrogância sempre produz alguns frutos meio duvidosos: ela sempre produz uma falsa sensação de superioridade, de agressividade aos outros e dá a má impressão que um título, posição ou cargo podem definir um ser humano.
Aliás, se você está lendo este artigo até agora isto já pode ser um excelente sinal pois os arrogantes dizem que não precisam de informação e que tudo o que é diferente do que eles pensam não passa de bobagens e de perda de tempo.
A arrogância nunca anda sozinha. Ou ela atrai puxa sacos, pessoas falsas ou igualmente arrogantes ou ela atrai a solidão. Afinal quem aguenta um arrogante? Quem sabe nem ele próprio.
Não deixe a arrogância pegar você ou sua empresa. “

Sábias palavras!! Ele tem alguns vídeos no Youtube que são muito bons pra nos fazer repensar no nosso modo de agir, de vez em quando é preciso essa balançada nos nossos pensamentos, assim como bocejr ajuda na oxigenação do cérebro, estudar esse tipo de texto tende a nos fazer pessoas melhores, com atitudes melhores!

Abraços galera!